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Eletrolifting: Tratamento para rugas e estrias

7 de jul. de 2016
2 min de leitura

Eletrolifting é uma técnica desenvolvida em 1952, com a finalidade de produzir um "levantamento" da pele e estruturas adjacentes, atenuando rugas e linhas de expressão. O procedimento estimula a produção de novas fibras que preenchem essas falhas na pele por meio de eletricidade. Com o aumento da circulação e nutrição da área, há também um aumento de colágeno e elasticidade da pele na região aplicada.

O equipamento trata-se de um aparelho (próprio para eletrolifting) que utiliza uma corrente contínua, tendo sua intensidade reduzida ao nível de microampéres. Esta corrente normalmente é do tipo contínua direta, mas não há impedimento para a técnica usando-se uma corrente pulsada com frequência elevada.

A técnica deve ser realizada com o eletrodo ativo em forma de agulha que pode ser do tipo descartável ou esterilizável, acopladas a um "porta agulhas" em forma de "caneta", ligado ao pólo negativo da corrente a ele associada. Trabalha-se com uma agulha fina, porém rígida. Ela deve ser pontiaguda para entrar facilmente na pele. O comprimento da agulha é de, no máximo 4mm, e é confeccionada em material inoxidável. O procedimento pode ser realizado também, sem agulhas de forma externa, com ponteira especifica.

Objetivo

O objetivo mais amplo do uso do eletrolifting é suavizar, atenuar e eliminar alterações das linhas de expressão que se formam na face devido à contração dos músculos, atuando em nível celular restaurando a camada colágena e estimulando a produção de elastina, utilizando justamente a mesma arma que a pele utiliza: microcorrentes. O objetivo do procedimento puntial do eletrolifting é provocar uma lesão tecidual onde, associando-se aos efeitos galvânicos da microcorrentes continua, é produzido um processo inflamatório que será responsável pelo efeito de reparo nas rugas e estrias.

As principais indicações do eletrolifting são em:

- rugas;

- marcas de expressão;

- estrias.

E as contra indicações são:

- gravidez;

- início da puberdade;

- Não deve-se tomar sol com o processo inflamatório ativo, pois há o risco de manchar a pele;

- Não se deve estimular sobre feridas recentes ou processo inflamatório ativo, pois há o risco de agravamento ou cronificação do processo;

- Alergia ou irritação à corrente elétrica, assim como a hipersensibilidade dolorosa, são fatores que podem dificultar ou impedir a técnica;

- Arritmia cardíaca;

- Hipertensão descontrolada;

- Diabetes;

- Pessoas com câncer em atividade;

- Hipersensibilidade a dor;

- Tendência a queloides.

Sessões

O número de sessões varia de acordo com a finalidade do tratamento, mas geralmente são de 8 a 12, com intervalos semanais ou quinzenais. As sessões duram de 30 minutos (na face) a 40 minutos (no corpo) e pode ser feita a manutenção de acordo com a orientação do especialista.

Agende já o seu horário! Katrine Cenci Esteticista

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